Luyara, a minha filha mais nova, pegou estomatite. Lá fomos nos para os postos de saude do governo, até ai tudo tranquilo, afinal contas estava indo para o serviço de saude alardeado pelos meios de comunicação como saude de primeiro mundo, só que eu não sabia que primeiro tinha que encontrar o tal mundo. E voce sabe, quem tá com filho doente não tem tempo pra esse tipo de aventura, mas confesso que ainda andei procurando informação pra saber onde ficava a plataforma dos transportes para esse tal primeiro mundo, disseram que tinha que chegar num reinado e lá o rei me passaria as informações, mas antes tinha que marcado horario pra falar com o rei. Eu pensei: Tudo bem! Mas logo fui desecorajaram pelos amigos que disseram que essa coisa de horário andava meio bagunçada no reinado, o irmão do rei que tem acessos de endeusificamentos tinha entrado numa paranóia e baixado uma lei mudando o horário do reinado. Não era meu dia, tinha que buscar outra alternativa, e alternativa foi ir até um desses lugares que chama de posto de saude. Pois voce sabe, doença não se brinca. Já estava um pouco cansado pedi a esposa que levasse a criança no posto. Ela voltou feliz com uma meia dúzia de remédios nas mãos, mostrou a receita com os horários em que os remedios tinham que ser dado para a criança. Eu disse: Beleza! A agora é torce para que o irmão do rei não apareça por aqui e bagunce o horário.
Mas meu irmão! acredite! O irmão do rei não apareceu, mas os remédios não serviram pra nada. Quer dizer; não serviram pra nada uma ova!Com certeza serviu para os fabricantes, para os distribuidores e os que intermediaram as vendas desses produtos farmaceuticos que embolsaram os seus, ou melhor o meu, os nossos sagrados impostos. Pra encurta a conversa, fomos pará no pronto socorro com Luyara. Mas esse capitulo. Fica pra amanhã.
Nenhum comentário:
Postar um comentário