Não deu pra continuar no dia marcada a segunda parte dessa aventura no nosso serviço de saúde, a minha filha mais velha a Susy, teve um principio de derrame e aquele corre corre de sempre lá em casa. E adivinha onde fomos pará? Claro! No Pronto Socorro, chegando lá aplicaram um soro nela, fizeram um eletrocardiograma e mesmo que o tal exame tenha indicado que o caso era grave, adivinha o que eles fizeram? Mandaram a menina pra casa, ela passou dois dias passando mal e a Fran levar ela num senhor conhecido como doutor Paulo, um medico que também trabalha para o estado e parece que leva serio o seu oficio. Quando ele viu o exame não acreditou que o medico de plantão do pronto socorro tinha mandado a minha filha pra casa. E se prontificou a investigar esse caso que no seu ponto de vista é muito grave, em todos os sentidos. E caso se confirme suas suspeitas a minha filha podia está morta agora, por uma irresponsabilidade de bando de incompetentes apadrinhados e entre outros estagiarios fabricados na universidade de medicina do Acre. Nem Galvez explica. Meu! o pronto socorro da cidade de Rio Branco é um caso de policia, Alo Ministério Publico o pessoal ai ta com os sálarios em dia. Meu irmão, dá uma passadinha pra vê como as pessoas estão sendo "atendidas", aquilo virou um campo de concentração nazista numa torre de Babel que bolivia e estágiario e atendentes mau informados, se é que eles tem alguma informação. não se sabe nem por onde entra, nem por onde sai, daquele caldeirão do diabo, e não estou brincando, eu estava acompanhando a minha filha Luyara, e quando foi pra trocar o turno com a minha esposa, foi um Deus nos acuda. Quando cheguei na porta principal pra troca posto, uma senhora com umas papeletas nas mãos e um vigilante disse que ela não podia entrar por ali pela frente, tinha que arrodear e entrar lá por uma outra porta. A minha paciencia começou a ir embora, mas minha esposa pediu pra eu me acalma, que deixasse isso pra lá, que ela ia entrar lá pela outra porta. Eu dei meia volta e fui encontrar ela na tal da outra entrada, antes de chegar lá, a senhora que tava com as papeletas apareceu na minha frente perguntando pra onde eu ia. Eu explique que ia receber a minha esposa que ia ficar no meu lugar acompanhando a minha filha, e que ela estava entrando pela outra porta conforme orientação dela e do vigilante. Ela disse que naquele horário a minha esposa não podia entrar por lá, ia ter que voltar e entrar pela porta principal. Eu parei! Me escorrei um pouco na parede, olhei pra ela, respirei fundo e perguntei: Minha senhora! Acho encaminharam a minha criança pro lugar errado, era pra gente está no pronto socorro. E ela respondeu: - Mas senhor está no pronto socorro. Eu disse: Não! A senhora está enganada, isso aqui é o distrital, dá pra senhora me dá um pouco dessa droga que voce tomam por aqui, tô afim de entrar nessa viajem. Meu irmão! Ai tudo virou doideira só. Ameaçaram até chama a policia. Mas entre mortos e feridos salvaram se alguns, a Fran(minha esposa)conseguiu entrar pela porta proibida, ainda teve uns bate boca, mas consegui passa o posto pra ela. AGORA EU SEI, NÃO TENHO QUE ENTRAR NA DA "FRENTE", POR MAS QUE PAREÇA OBVIO.
Obs. Nesse dia apareceu por lá uma Boliviana com suspeita está com o virus da gripe de porco, as pessoas estavam meio assustadas, mas ai o pessoal do governo e do Pronto socorro estavam com razão, gripe de porco se trata na porcaria, portanto, o pronto socorro é perfeito pra esses casos.
terça-feira, 30 de junho de 2009
sábado, 27 de junho de 2009
SAÚDE DE PRIMEIRO MUNDO! - Parte I
Luyara, a minha filha mais nova, pegou estomatite. Lá fomos nos para os postos de saude do governo, até ai tudo tranquilo, afinal contas estava indo para o serviço de saude alardeado pelos meios de comunicação como saude de primeiro mundo, só que eu não sabia que primeiro tinha que encontrar o tal mundo. E voce sabe, quem tá com filho doente não tem tempo pra esse tipo de aventura, mas confesso que ainda andei procurando informação pra saber onde ficava a plataforma dos transportes para esse tal primeiro mundo, disseram que tinha que chegar num reinado e lá o rei me passaria as informações, mas antes tinha que marcado horario pra falar com o rei. Eu pensei: Tudo bem! Mas logo fui desecorajaram pelos amigos que disseram que essa coisa de horário andava meio bagunçada no reinado, o irmão do rei que tem acessos de endeusificamentos tinha entrado numa paranóia e baixado uma lei mudando o horário do reinado. Não era meu dia, tinha que buscar outra alternativa, e alternativa foi ir até um desses lugares que chama de posto de saude. Pois voce sabe, doença não se brinca. Já estava um pouco cansado pedi a esposa que levasse a criança no posto. Ela voltou feliz com uma meia dúzia de remédios nas mãos, mostrou a receita com os horários em que os remedios tinham que ser dado para a criança. Eu disse: Beleza! A agora é torce para que o irmão do rei não apareça por aqui e bagunce o horário.
Mas meu irmão! acredite! O irmão do rei não apareceu, mas os remédios não serviram pra nada. Quer dizer; não serviram pra nada uma ova!Com certeza serviu para os fabricantes, para os distribuidores e os que intermediaram as vendas desses produtos farmaceuticos que embolsaram os seus, ou melhor o meu, os nossos sagrados impostos. Pra encurta a conversa, fomos pará no pronto socorro com Luyara. Mas esse capitulo. Fica pra amanhã.
Mas meu irmão! acredite! O irmão do rei não apareceu, mas os remédios não serviram pra nada. Quer dizer; não serviram pra nada uma ova!Com certeza serviu para os fabricantes, para os distribuidores e os que intermediaram as vendas desses produtos farmaceuticos que embolsaram os seus, ou melhor o meu, os nossos sagrados impostos. Pra encurta a conversa, fomos pará no pronto socorro com Luyara. Mas esse capitulo. Fica pra amanhã.
domingo, 7 de junho de 2009
BIENAL DA FLORESTA - II
Ah! Ia esquecendo! Durante os papos da mesa de debates ou exposições egocentricas intelectuais da Bienal da floresta, o Marcos Afonso abriu um parentese para tecer uma critica aqueles que fazem cultura no nosso estado e procuram as nossas instituições para apoiar seus trabalhos e projetos. So faltou dizer que achava isso um absurdo essa atitude. Se for pra levar por esse lado companheiro eu digo que Isso, é o sujo falando do mau lavado. Pois, onde é que o ex-companheiro Marcos "trabalha"? Na biblioteca da floresta, que é uma instituição que está dentro dos padrões das propostas de marketing florestanica do governo, que dizem eles, buscam estabelecer um dialogo entre as nossas culturas tradicionais e a modernidade. Quer dizer, ele pode mama o dinheiro publico em nome da cultura, os outros não. Dá um tempo companheiro! Me diga! o que tem de mais, ou melhor, porque os artistas, os proletários da cultura não podem recorrer ao estado para tocar os seus projetos? Por um acaso esse dinheiro é particular, ou particularizou-se? Dá um tempo meu irmão. quer dizer que quem mexe com cultura, os artista agora tem que viverem a margem do estado? Companheiro! Onde nos estamos? O mundo sem arte e cultura não existe, uma sociedade sem arte tende a entrar numa monotonia suicida. Arte é utilidade publica, é com ela que quebramos essa rotina maluca desse sistema capitalista louco em que vivemos, que diga se de passagem, sistema que voce fervorosamente combatia. O Artista autentico é um criador, é o que mais se aproxima da imagem e semelhança de Deus. É um utilidade publica, sim! E tem que ser tratado a altura, com respeito,sem censura. Essas colocações me preocupam. Tenho medo que isso chegue ao ponto de plagiarem aquele cara que dizia, que quando falavam cultura, ele colocava a mão no revolver. O que isso companheiros? Não lembra o quanto o movimento esquerdista precisou dos fazedores de cultura, dos artistas, na nossa luta pela "redemocratização" do nosso paìs?
sexta-feira, 5 de junho de 2009
BIENAL DA FLORESTA
Estive fazendo uns trabalho de video sobre as coisas do nosso estado, e quando volte para realidade dei de cara com a Bienal do livro, fiz a minha inscrição para participar de duas oficinas, a primeira não aconteceu, a segunda aconteceu mas não foi o que eu esperava e por essas e outra resolvi ir assistir as mesas redondas que aconteceram no auditório da filmoteca no prédio da Biblioteca publica do estado. Se aconteceu algo que realmente valeu apenas ser visto e ouvindo nessa bienal, foram as reflexões da professora Laélia e do renomado escritor Márcio de Souza sobre assuntos como desenvolvimento sustentavel e florestania. O Márcio mostrou-se avesso a esses motes governamentais, deixando bem claro, que para ele isso tudo é conversa pra boi dormi. O Marcos Afonso, que não é escritor de livro, mas que estava coordenando mesa, reagiu as colocações deixando transparecer uma certa nervosismo, o que fez com que a professora Laélia expressasse o temor de se opor as idéias dos meninos que estão no poder, e usou o comportamento do Marcos para dizer que ali estava um espelho de como reagem os nossos atuais politico administradores do nosso poder publico diante das criticas. A professora se mostrou surpresa por ter sido convidada para participar da mesa, deixando bem claro nas entrelinhas que a prática da turma que está no poder está usando esse poder para silenciar os seus opositores e criticos. Não tá dando pra entender mais nada, não era essa é a antiga esquerda que combatia a censura, a democracia, a impressa livre e etc. Sei não! O que eu sei é que está subindo uma fedentina intelectual desgraçada dos porões da nossa outrora esquerda.
Lá pelas tantas o Marco tentou explicar para os ilustres convidados que florestania, era um conceito, uma metafora, algo poetico e citou até a origem da tal peróla. O Márcio de Souza que já tinha dito que unica coisa que ele conhecia que sustentava era o sutian das mulheres. Falou que florestania antes de qualquer coisa, era uma peça de marketing e que não tinha lá essa importancia toda, e acrescentou que se florestania era algo poetico, para ele era poesia de muito mau gosto. Rolou um certo desconforto entre os componenete da mesa, e entre mortos e feridos escaparam todos, mas não sairam de lá com cara de bons amigos. Esse tipo de discursão a nossa TV publica tinha que está cobrindo, transmitindo ao vivo, pois estaria prestando um grande serviço ao nosso publico, publico que lhe assiste e paga a equipe que poe ela pra funcionar.
Lá pelas tantas o Marco tentou explicar para os ilustres convidados que florestania, era um conceito, uma metafora, algo poetico e citou até a origem da tal peróla. O Márcio de Souza que já tinha dito que unica coisa que ele conhecia que sustentava era o sutian das mulheres. Falou que florestania antes de qualquer coisa, era uma peça de marketing e que não tinha lá essa importancia toda, e acrescentou que se florestania era algo poetico, para ele era poesia de muito mau gosto. Rolou um certo desconforto entre os componenete da mesa, e entre mortos e feridos escaparam todos, mas não sairam de lá com cara de bons amigos. Esse tipo de discursão a nossa TV publica tinha que está cobrindo, transmitindo ao vivo, pois estaria prestando um grande serviço ao nosso publico, publico que lhe assiste e paga a equipe que poe ela pra funcionar.
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