Estive fazendo uns trabalho de video sobre as coisas do nosso estado, e quando volte para realidade dei de cara com a Bienal do livro, fiz a minha inscrição para participar de duas oficinas, a primeira não aconteceu, a segunda aconteceu mas não foi o que eu esperava e por essas e outra resolvi ir assistir as mesas redondas que aconteceram no auditório da filmoteca no prédio da Biblioteca publica do estado. Se aconteceu algo que realmente valeu apenas ser visto e ouvindo nessa bienal, foram as reflexões da professora Laélia e do renomado escritor Márcio de Souza sobre assuntos como desenvolvimento sustentavel e florestania. O Márcio mostrou-se avesso a esses motes governamentais, deixando bem claro, que para ele isso tudo é conversa pra boi dormi. O Marcos Afonso, que não é escritor de livro, mas que estava coordenando mesa, reagiu as colocações deixando transparecer uma certa nervosismo, o que fez com que a professora Laélia expressasse o temor de se opor as idéias dos meninos que estão no poder, e usou o comportamento do Marcos para dizer que ali estava um espelho de como reagem os nossos atuais politico administradores do nosso poder publico diante das criticas. A professora se mostrou surpresa por ter sido convidada para participar da mesa, deixando bem claro nas entrelinhas que a prática da turma que está no poder está usando esse poder para silenciar os seus opositores e criticos. Não tá dando pra entender mais nada, não era essa é a antiga esquerda que combatia a censura, a democracia, a impressa livre e etc. Sei não! O que eu sei é que está subindo uma fedentina intelectual desgraçada dos porões da nossa outrora esquerda.
Lá pelas tantas o Marco tentou explicar para os ilustres convidados que florestania, era um conceito, uma metafora, algo poetico e citou até a origem da tal peróla. O Márcio de Souza que já tinha dito que unica coisa que ele conhecia que sustentava era o sutian das mulheres. Falou que florestania antes de qualquer coisa, era uma peça de marketing e que não tinha lá essa importancia toda, e acrescentou que se florestania era algo poetico, para ele era poesia de muito mau gosto. Rolou um certo desconforto entre os componenete da mesa, e entre mortos e feridos escaparam todos, mas não sairam de lá com cara de bons amigos. Esse tipo de discursão a nossa TV publica tinha que está cobrindo, transmitindo ao vivo, pois estaria prestando um grande serviço ao nosso publico, publico que lhe assiste e paga a equipe que poe ela pra funcionar.
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