É A MAIS BELA HISTÓRIA DO MUNDO - Com certeza você já ouviu essa Lenda sendo contada de alguma forma. Talvez com outros personagens. Mas a mensagem permanece a mesma: ”O amor puro e sincero pelos nossos semelhantes tem uma força transformadora poderosa. Alguns podem até paralisá-la por algum tempo, mas detê-la, jamais”.
domingo, 10 de outubro de 2010
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Carta de Repúdio ao Seminários das Cooperativas de Música do Acre
Topicos extraidos do: http://groups.google.com/group/forumnacionaldemusica/topics
São Paulo, 6 de junho de 2011.
Ao Excelent ssimo Governador do Estado do Acre Ia Viana, ao Excelent ssimo Prefeito de Rio Branco Raimundo Angelim, ao Excelent ssimo Senador Jorge Viana, ao Sebrae-AC e ao Sebrae Nacional, OCB-AC e OCB Nacional
Prezados senhores,
com total indigna o que recebo a programa o do Semin rio de Cooperativismo Musical que acontecer nesta semana no Acre, a qual tive acesso, na ltima sexta-feira 3 de junho, por interm dio de terceiros.
Na condi o de presidente da Federa o das Cooperativas de M sica do Brasil n o poderia deixar de inform -los da total irresponsabilidade que est ocorrendo, tanto do ponto de vista tico como do legal, no que diz respeito ao cronograma de atividades do evento. A citada programa o prev a elei o da nova diretoria da Federa o das Cooperativas de M sica do Brasil no dia 9 de junho s 8h30 , convocada pelas cooperativas organizadoras, uma Cooperativa COMAC que ainda na faz parte da nossa Federa o, e outra a Cooperativa COMUM que n o ocupa a diretoria da entidade. Acredito que as pessoas minimamente l cidas e inteiradas dos processos internos de qualquer institui o s ria, somente com o esclarecimento de quem convoca tal elei o, n o precisariam de mais nenhuma explica o sobre a origem da nossa indigna o. Entretan to, apesar de ser praticamente dispens vel explicar total absurdo, na posi o que ocupo tenho o dever de dirimir quaisquer d vidas que ainda pairem sobre esta quest o.
A Federa o das Cooperativas de M sica do Brasil teve se processo eleitoral apoiado e organizado pelo Sebrae Esp rito Santo e OCB Esp rito Santo, em novembro de 2010. Al m da elabora o do estatuto social da entidade realizamos a elei o dos membros da diretoria, com vig ncia de 2 anos. Vale ressaltar que das cinco cooperativas que participaram deste processo, foram eleitos diretores de quatro cooperativas: Cooperativa de M sica de S o Paulo, UNIMUS - Cooperativa de M sica do Esp rito Santo, MIC - Cooperativa de M sica da Bahia e COMUSA- Cooperativa de M sica de Alagoas. Em dezembro de 2010, na cidade de Belo Horizonte, em reuni o aberta com as cooperativas de m sica que estavam em processo de forma o e com interessados da classe musical, a diretoria da Federa o se prontifico u em realizar novas elei es a partir do m s de junho de 2011, caso houvesse ades o de novas cooperativas nossa entidade. O que at o presente momento n o ocorreu.
Desta forma, cabe a esta diretoria eleita, na an lise de demandas e de seu quadro social, convocar ou n o elei es visando o melhor funcionamento e representatividade dos seus associados. Reiteramos aqui a total disposi o em orientar e incubar novas cooperativas de m sica, incluindo-as nos nossos programas, inclusive nos processos decis rios, desde que estas fa am parte de nosso quadro social. Por m n o vamos tolerar nenhum tipo de atropelamento ao nosso funcionamento interno, principalmente os que desrespeitem nosso estatuto social, os princ pios cooperativistas e a cada um de n s diretores da Federa o, que vimos trabalhando de forma volunt ria e colaborativa com o intuito de trazer ao cooperativismo musical estruturas s lidas e solid rias para que juntos possamos disseminar a nossa m sica de maneira ampla, justa e democr tica.
Coloco-me disposi o para quaisquer esclarecimentos.
Sauda es Cooperativistas!
Janine Durand
Presidente
Esclarecimento Público sobre o Seminário de Cooperativismo Musical
Acre, dia 8 de junho de 2011
Gostaríamos de esclarecer a todos que o Seminário de Cooperativismo
Musical a ser realizado no Acre surgiu da necessidade de ampliar a
discussão sobre esse novo modelo de atuação e gestão coletiva de
carreiras musicais.
Esclarecemos também que todas as cooperativas, não só as formalizadas,
mas também aquelas em processo de formação embrionário, foram convidadas
a participar e foi prevista na programação oficial espaço para todas
elas de manifestarem.
Esclarecemos ainda que durante a Feira Música Brasil ocorrida entre os
dias 8 e 12 de dezembro do ano passado em Belo Horizonte, numa
assembléia realizada no auditório da FUNARTE (Casa do Conde), com a
presença de representantes de mais de 20 estados do país, entre
cooperativas, fóruns, associações, sindicatos, coletivos e gestores
públicos, ficou acordado em plenária a situação provisória da atual
diretoria e o indicativo de uma eleição para constituir a nova diretoria
em seis meses.
Ratificamos que o seminário será realizado em agosto e convidamos todos
a participarem do processo. Tanto os diretores das quatro cooperativas
da federação, quanto as outras cinco já formalizadas que não tem
assento, além daquelas em processo de formação são nossos convidados.
Gostaríamos de esclarecer também que a programação do seminário foi
montada a partir de intensas discussões acerca das questões que dizem
respeito aos profissionais da cadeia produtiva da música brasileira, com
mesas específicas onde serão abordadas questões trabalhistas, educação
musical, direito autoral entre outros, e a eleição foi mais uma
atividade incluída na programação como forma de honrar um compromisso
assumido publicamente pelas cooperativas entre si e perante outras
entidades organizadas do setor musical. Entendemos que a iniciativa de
convocar tais eleições deveria ter partido da própria diretoria
provisória, mas decorridos os seis meses do prazo determinado e diante
do silêncio dos responsáveis consideramos oportuno incluir o processo
eleitoral na pauta do seminário. Inclusive porque, ao contrário do que
alega a presidente provisória, não havia condicionantes para a
realização da eleição, ela deveria ser realizada no prazo de seis meses
impreterivelmente. Considerando também as dificuldades para se realizar
um encontro dessa amplitude num país de dimensões continentais, com
representantes de cooperativas de todas as regiões do país, além dos
demais convidados, com todas as despesas cobertas pelo evento através de
apoios e parcerias locais, reforçamos a convicção do acerto de nossa
iniciativa. Interpor obstáculos a esse processo seria uma atitude
equivocada, a não ser que os interesses da diretoria provisória da
Federação das Cooperativas de Música do Brasil não sejam pautados por
princípios democráticos e republicanos.
Por fim gostaríamos de dizer que soa estranho a diretoria provisória de
uma federação recém-criada agir dessa forma inconsequente, lançando uma
carta de repúdio sem sequer tentar entrar em contato com a organização
do evento, sem buscar o diálogo e a aproximação com as demais
cooperativas já criadas, endereçada ao governo de um estado com o qual
não possuem nenhum tipo de relação e após ignorar sistematicamente as
tentativas de contato realizadas pela cooperativa que representa os
profissionais da música desse estado, numa atitude flagrante de
arrogância e desrespeito com um estado que vem se firmando como
referência na elaboração e execução de políticas públicas para a área da
cultura.
A propósito o nome do governador do Acre é Tião Viana, e tanto ele
quanto o Senador Jorge Viana, o prefeito de Rio Branco Raimundo Angelim,
assim como o SEBRAE e a OCBAC apóiam a realização do seminário.
Quem se interessar em construir o seminário de forma colaborativa e
franca é bem-vindo e pode entrar em contato através dos endereços:
Comac
comac.acre@gmail.com
Comum
contato@portalcomum.com.br
São Paulo, 6 de junho de 2011.
Ao Excelent ssimo Governador do Estado do Acre Ia Viana, ao Excelent ssimo Prefeito de Rio Branco Raimundo Angelim, ao Excelent ssimo Senador Jorge Viana, ao Sebrae-AC e ao Sebrae Nacional, OCB-AC e OCB Nacional
Prezados senhores,
com total indigna o que recebo a programa o do Semin rio de Cooperativismo Musical que acontecer nesta semana no Acre, a qual tive acesso, na ltima sexta-feira 3 de junho, por interm dio de terceiros.
Na condi o de presidente da Federa o das Cooperativas de M sica do Brasil n o poderia deixar de inform -los da total irresponsabilidade que est ocorrendo, tanto do ponto de vista tico como do legal, no que diz respeito ao cronograma de atividades do evento. A citada programa o prev a elei o da nova diretoria da Federa o das Cooperativas de M sica do Brasil no dia 9 de junho s 8h30 , convocada pelas cooperativas organizadoras, uma Cooperativa COMAC que ainda na faz parte da nossa Federa o, e outra a Cooperativa COMUM que n o ocupa a diretoria da entidade. Acredito que as pessoas minimamente l cidas e inteiradas dos processos internos de qualquer institui o s ria, somente com o esclarecimento de quem convoca tal elei o, n o precisariam de mais nenhuma explica o sobre a origem da nossa indigna o. Entretan to, apesar de ser praticamente dispens vel explicar total absurdo, na posi o que ocupo tenho o dever de dirimir quaisquer d vidas que ainda pairem sobre esta quest o.
A Federa o das Cooperativas de M sica do Brasil teve se processo eleitoral apoiado e organizado pelo Sebrae Esp rito Santo e OCB Esp rito Santo, em novembro de 2010. Al m da elabora o do estatuto social da entidade realizamos a elei o dos membros da diretoria, com vig ncia de 2 anos. Vale ressaltar que das cinco cooperativas que participaram deste processo, foram eleitos diretores de quatro cooperativas: Cooperativa de M sica de S o Paulo, UNIMUS - Cooperativa de M sica do Esp rito Santo, MIC - Cooperativa de M sica da Bahia e COMUSA- Cooperativa de M sica de Alagoas. Em dezembro de 2010, na cidade de Belo Horizonte, em reuni o aberta com as cooperativas de m sica que estavam em processo de forma o e com interessados da classe musical, a diretoria da Federa o se prontifico u em realizar novas elei es a partir do m s de junho de 2011, caso houvesse ades o de novas cooperativas nossa entidade. O que at o presente momento n o ocorreu.
Desta forma, cabe a esta diretoria eleita, na an lise de demandas e de seu quadro social, convocar ou n o elei es visando o melhor funcionamento e representatividade dos seus associados. Reiteramos aqui a total disposi o em orientar e incubar novas cooperativas de m sica, incluindo-as nos nossos programas, inclusive nos processos decis rios, desde que estas fa am parte de nosso quadro social. Por m n o vamos tolerar nenhum tipo de atropelamento ao nosso funcionamento interno, principalmente os que desrespeitem nosso estatuto social, os princ pios cooperativistas e a cada um de n s diretores da Federa o, que vimos trabalhando de forma volunt ria e colaborativa com o intuito de trazer ao cooperativismo musical estruturas s lidas e solid rias para que juntos possamos disseminar a nossa m sica de maneira ampla, justa e democr tica.
Coloco-me disposi o para quaisquer esclarecimentos.
Sauda es Cooperativistas!
Janine Durand
Presidente
Esclarecimento Público sobre o Seminário de Cooperativismo Musical
Acre, dia 8 de junho de 2011
Gostaríamos de esclarecer a todos que o Seminário de Cooperativismo
Musical a ser realizado no Acre surgiu da necessidade de ampliar a
discussão sobre esse novo modelo de atuação e gestão coletiva de
carreiras musicais.
Esclarecemos também que todas as cooperativas, não só as formalizadas,
mas também aquelas em processo de formação embrionário, foram convidadas
a participar e foi prevista na programação oficial espaço para todas
elas de manifestarem.
Esclarecemos ainda que durante a Feira Música Brasil ocorrida entre os
dias 8 e 12 de dezembro do ano passado em Belo Horizonte, numa
assembléia realizada no auditório da FUNARTE (Casa do Conde), com a
presença de representantes de mais de 20 estados do país, entre
cooperativas, fóruns, associações, sindicatos, coletivos e gestores
públicos, ficou acordado em plenária a situação provisória da atual
diretoria e o indicativo de uma eleição para constituir a nova diretoria
em seis meses.
Ratificamos que o seminário será realizado em agosto e convidamos todos
a participarem do processo. Tanto os diretores das quatro cooperativas
da federação, quanto as outras cinco já formalizadas que não tem
assento, além daquelas em processo de formação são nossos convidados.
Gostaríamos de esclarecer também que a programação do seminário foi
montada a partir de intensas discussões acerca das questões que dizem
respeito aos profissionais da cadeia produtiva da música brasileira, com
mesas específicas onde serão abordadas questões trabalhistas, educação
musical, direito autoral entre outros, e a eleição foi mais uma
atividade incluída na programação como forma de honrar um compromisso
assumido publicamente pelas cooperativas entre si e perante outras
entidades organizadas do setor musical. Entendemos que a iniciativa de
convocar tais eleições deveria ter partido da própria diretoria
provisória, mas decorridos os seis meses do prazo determinado e diante
do silêncio dos responsáveis consideramos oportuno incluir o processo
eleitoral na pauta do seminário. Inclusive porque, ao contrário do que
alega a presidente provisória, não havia condicionantes para a
realização da eleição, ela deveria ser realizada no prazo de seis meses
impreterivelmente. Considerando também as dificuldades para se realizar
um encontro dessa amplitude num país de dimensões continentais, com
representantes de cooperativas de todas as regiões do país, além dos
demais convidados, com todas as despesas cobertas pelo evento através de
apoios e parcerias locais, reforçamos a convicção do acerto de nossa
iniciativa. Interpor obstáculos a esse processo seria uma atitude
equivocada, a não ser que os interesses da diretoria provisória da
Federação das Cooperativas de Música do Brasil não sejam pautados por
princípios democráticos e republicanos.
Por fim gostaríamos de dizer que soa estranho a diretoria provisória de
uma federação recém-criada agir dessa forma inconsequente, lançando uma
carta de repúdio sem sequer tentar entrar em contato com a organização
do evento, sem buscar o diálogo e a aproximação com as demais
cooperativas já criadas, endereçada ao governo de um estado com o qual
não possuem nenhum tipo de relação e após ignorar sistematicamente as
tentativas de contato realizadas pela cooperativa que representa os
profissionais da música desse estado, numa atitude flagrante de
arrogância e desrespeito com um estado que vem se firmando como
referência na elaboração e execução de políticas públicas para a área da
cultura.
A propósito o nome do governador do Acre é Tião Viana, e tanto ele
quanto o Senador Jorge Viana, o prefeito de Rio Branco Raimundo Angelim,
assim como o SEBRAE e a OCBAC apóiam a realização do seminário.
Quem se interessar em construir o seminário de forma colaborativa e
franca é bem-vindo e pode entrar em contato através dos endereços:
Comac
comac.acre@gmail.com
Comum
contato@portalcomum.com.br
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Movimento Cultural Salvem o Cacimbão da Capoeira: Vertente da Memória
Devido o descaso com o Cacimbão da Capoeira, hoje esse patrimônio cultural e
ambiental de Rio Branco, transformou-se num depósito de lixo dos transeuntes e moradores de rua do entorno, que se reunem ali para beberem, consumirem droga, brigarem e fazerem suas necessidades fisiologica, por conta dessa invasão indesejada, já tivemos registrado no local um homicidio, que a população tomou conhecimento através dos meio de comunicações da nossa cidade.
Convidamos os artistas e comunidade em geral a participarem do
MOVIMENTO CULTURAL SALVEM O CACIMBÃO: VERTENTE DA MEMÓRIA, que tem como um de seus objetivos a recuperação e utilização do espaço do Cacimbão da Capoeira pelos moradores do bairro e da população em geral.
A partir de uma análise bacteriológica da Água do Cacimbão, realizada
pelos técnicos do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco – SAERB,
constatou-se que está contaminada, apresentando a Escherichia coli, a
bactéria de origem exclusivamente fecal, como se não bastasse, está
localizado ao lado de um posto de lavagem e a poucos metros de distância
de um posto de combustível, a vertente do igarapé da
Capoeira, a algum tempo vem sendo transformado num esgoto a céu
aberto.
É por esses e outros motivos que propomos um Movimento de cunho cultural,
político e social em defesa do Cacimbão da Capoeira, um dos primeiros
locais de abastecimento hídrico de Rio Branco. Um bem cultural e ambiental
incalculável, motivo que levou inclusive ao seu tombamento como patrimônio
histórico e cultural Municipal (Lei n° 458 de 01 de Novembro de 1983). Sua
visibilidade, nos anais da história rio-branquense, ocorre na segunda
metade da década de 20, do século passado, quando o então governado Hugo
Carneiro, do Território Acreano, transformou uma pequena cacimba,
construída pelos moradores das proximidades, em um cacimbão público,
onde os moradores do bairro usavam mangueiras feitas de tubo de borracha para retirar águas e encher suas latas e baldes, que transportavam nas mãos ou nos populares galões, a água era utilizada para beber, fazer almoço, lavar a casa, lavar roupas, tomar banho e etc.
nos finais de semanas era comum os moradores aproveitarem o espaço como área de lazer, crianças, jovens, adultos, donas de casa se reuniam para conversa, tocar violão, cantar, contar histórias e até namorar. O Cacimbão sempre fez parte da vida, do cotidiano da comunidade do bairro e adjacencias. São coisas simples, mas de grande significado e valor sentimental histórico, que precisam serem resgatadas, é um fragmento que conta um pouco da nossa história.
Por isso convidando os músicos, a classe teatral, os artistas
plásticos e a comunidade em geral para encorparem este movimento,
e escreverem com as próprias mãos mais um capitulo da história de
resistência desse nosso Patrimônio Histórico, Cultural
e ambiental, que é o Cacimbão da Capoeira.
Contamos com sua sensibilidade consciencia.
Ney Silva e Clenilson Batista (Grupo Capú)
ambiental de Rio Branco, transformou-se num depósito de lixo dos transeuntes e moradores de rua do entorno, que se reunem ali para beberem, consumirem droga, brigarem e fazerem suas necessidades fisiologica, por conta dessa invasão indesejada, já tivemos registrado no local um homicidio, que a população tomou conhecimento através dos meio de comunicações da nossa cidade.
Convidamos os artistas e comunidade em geral a participarem do
MOVIMENTO CULTURAL SALVEM O CACIMBÃO: VERTENTE DA MEMÓRIA, que tem como um de seus objetivos a recuperação e utilização do espaço do Cacimbão da Capoeira pelos moradores do bairro e da população em geral.
A partir de uma análise bacteriológica da Água do Cacimbão, realizada
pelos técnicos do Serviço de Água e Esgoto de Rio Branco – SAERB,
constatou-se que está contaminada, apresentando a Escherichia coli, a
bactéria de origem exclusivamente fecal, como se não bastasse, está
localizado ao lado de um posto de lavagem e a poucos metros de distância
de um posto de combustível, a vertente do igarapé da
Capoeira, a algum tempo vem sendo transformado num esgoto a céu
aberto.
É por esses e outros motivos que propomos um Movimento de cunho cultural,
político e social em defesa do Cacimbão da Capoeira, um dos primeiros
locais de abastecimento hídrico de Rio Branco. Um bem cultural e ambiental
incalculável, motivo que levou inclusive ao seu tombamento como patrimônio
histórico e cultural Municipal (Lei n° 458 de 01 de Novembro de 1983). Sua
visibilidade, nos anais da história rio-branquense, ocorre na segunda
metade da década de 20, do século passado, quando o então governado Hugo
Carneiro, do Território Acreano, transformou uma pequena cacimba,
construída pelos moradores das proximidades, em um cacimbão público,
onde os moradores do bairro usavam mangueiras feitas de tubo de borracha para retirar águas e encher suas latas e baldes, que transportavam nas mãos ou nos populares galões, a água era utilizada para beber, fazer almoço, lavar a casa, lavar roupas, tomar banho e etc.
nos finais de semanas era comum os moradores aproveitarem o espaço como área de lazer, crianças, jovens, adultos, donas de casa se reuniam para conversa, tocar violão, cantar, contar histórias e até namorar. O Cacimbão sempre fez parte da vida, do cotidiano da comunidade do bairro e adjacencias. São coisas simples, mas de grande significado e valor sentimental histórico, que precisam serem resgatadas, é um fragmento que conta um pouco da nossa história.
Por isso convidando os músicos, a classe teatral, os artistas
plásticos e a comunidade em geral para encorparem este movimento,
e escreverem com as próprias mãos mais um capitulo da história de
resistência desse nosso Patrimônio Histórico, Cultural
e ambiental, que é o Cacimbão da Capoeira.
Contamos com sua sensibilidade consciencia.
Ney Silva e Clenilson Batista (Grupo Capú)
domingo, 16 de maio de 2010
sábado, 20 de março de 2010
Dim Gomes - A Dança do Pop da Amazonia no Mercado Velho.
Saindo da biblioteca publica, ao atravessar a rua encontrei o artista Dim Gomes. O Dim é um tipico caboclo amazonico que nasceu pra arte musical, tem um estilo popular, uma linguagem bem povão. Mas no caso aqui não faz diferença se sua arte é povão ou intelectual, o que importa é que ele é um artista criador, ele, assim como a maioria dos verdadeiros artistas são os tipos de seres humanos que mais se aproximam da imagem e semalhança de Deus, são criadores. Mas viver e sobreviver dependendo das criações artistica dentro desse mundo louco não é uma tarefa muito fácil, assim como ter seu trabalho reconhecido, também não é uma tarefa facil. E foi numa conversa rapida que tive com o Dim que mais uma vez pude constatar isso. O Dim me contou que alguns dias atrás estava passando por uma situação dificil, precisando de grana pra comprar alimento, estava dentro do quartinho que alugou, olhou para um lado e para o outro e viu então algumas reproduções de um Cd que ele tinha gravado, e não pensou duas vezes. Pegou os Cds, colocou debaixo do braço e seguiu em direção a Mercado Velho . O Mercado Velho foi restaurado pelo governo para ser um ponto de referencia da nossa memória cultural, um lugar de encontro de amigos e turistas que visitam nossa cidade, era o lugar ideal para o Dim Manguiar alguns CDs e fatura alguns papeis numerados pra trocar por comida. O Dim ainda não tem o macete de magueiar o produtos no corpo a corpo, por isso foi até o gerente de um dos diversos estabelecimentos que funcionam por ali noite e pediu autorização para ofereceu uns CDs para os seus clientes na esperança de conseguir alguma coisa pra comer naquela noite. Mas as coisas não correram como ele esperava, foi recebido com um certo despreso pelo o tal do gerente pediu para que ele se retirasse do recinto. Meio desapontado o Dim saiu e foi até um outro bar ali proximo e tudo se repetiu, ele contou que naquele momento ficou sem saber onde meter a cara, e não vendo outra saida resolveu ir embora pra casa, muitos coisas se passaram por sua cabeça, entre elas acaba com sua vida, arranja uma arma e assaltar alguem , mas isso não fazia da sua personalidade, e caminhando humilhado não resistiu e começou a chorar , foi uma noite dificil, mas o Dim sobreviveu e estava ali conversando comigo, dava pra ver no seu rosto a revolta e ao mesmo tempo um pedido de auxilio para responder a altura aqueles que o destrataram sem a menor cerimonia, que mostraram não ter o menor respeito pela sua arte, pelo seu talento , pelo criador, pelo artista simples, pela música que é uma coisa essencia para humanidade, o mundo sem musica vira é um calabouço depressivo, de mortos vivos ambulantes tristes, sem razão de ser. Música é utilidade pública mas ainda não é tratada como tal. O ironico ver que onde seria o lugar para a valorização da arte e cultura do nosso estado, uma vitrine pra nossa arte um artista seja tratado da forma como Dim foi tratado. Afinal de contas, que espaço é esse que chamam de Mercado Velho restaurado, na verdade não é um lugar pra artistas como Dim e tantos outros que vivem por ai tentando sobreviver, é para uma meia duzia de donos de botecos que estão ali usando o nosso espaço publico para comercializar a droga legalizada que é o álcool, e o artista não pode vende sua musica, o que importa é embrigar as pessoas, é mazelar aos poucos os pais e mães de familias, é dá mais uma oportunidade para o jovens e futuros adultos depententes da droga do álcool, vira manchete de paginas policiais ou de mais tarde perigrinarem pelas clinicas de recuperação. O Dim não pode trocar sua composições musicais, os fragmentos de sua sensibilidade artistica por papeis numerado para sua sobrevivencia, podia até optar por assaltar, matar, sequestra e etc. como tantos fazem por ai. Mas o Pop da Amazonia continua, é a sina da nossa cultura vira-lata, que continua de pé cantando e dançando a dança dos equivocados, dos boqueiros da droga do álcool no nosso velho mercado novo.
Mas uma esse povo acorda, e tenho certeza que não será tarde. Valeu Dim Gomes, voce é um artista, não é um bandido. Bandido é quem vive usufruindo do nosso dinheiro e dos espaços públicos para alimentar o alcoolismo, e outros tipo de drogadição e não tá nem ai pra arte. Ainda bem que voce não optou por roubar, por matar ou sequestrar. Que chamem sua musica de brega, do que seja lá o que for, o que importa é que voce é um criador. E o mundo precisa de música, e gosto não se discute. Descobri que sua musica já está com mais de mil acesso no you tube. Mais acesso que muita gente boa por ai. E Isso, port si só já quer dizer alguma coisa.
Mas uma esse povo acorda, e tenho certeza que não será tarde. Valeu Dim Gomes, voce é um artista, não é um bandido. Bandido é quem vive usufruindo do nosso dinheiro e dos espaços públicos para alimentar o alcoolismo, e outros tipo de drogadição e não tá nem ai pra arte. Ainda bem que voce não optou por roubar, por matar ou sequestrar. Que chamem sua musica de brega, do que seja lá o que for, o que importa é que voce é um criador. E o mundo precisa de música, e gosto não se discute. Descobri que sua musica já está com mais de mil acesso no you tube. Mais acesso que muita gente boa por ai. E Isso, port si só já quer dizer alguma coisa.
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