segunda-feira, 17 de abril de 2017

CASO DO JOVEM BRUNO NO ACRE - PASSANDO A VISTA E ANALISANDO - Parte I

O desaparecimento do jovem Bruno Borges mexe com imaginário de muita gente. Tem o lado trágico, que é do desaparecimento de uma pessoa que deixa para trás uma família aflita e precisando de um pouco de tranquilidade em meio a movimentação e dimensão que ganhou esse caso. Seguem a torcida das pessoas para que a policia elucide logo o caso e que termine tudo bem.

Mas tudo isso tem um tempero atraente, o lado místico, misterioso, fascinante, que chama atenção dos que se dedicam ao estudo dos símbolos e signos é um prato cheio. Tem um tom dos roteiros de cinema que apresentam enigmas a serem decifrados e a busca por um protagonista que conhece as chaves que solucionarão tudo. O material artístico simbólico e literário que compõem o cenário do quarto, que, segundo informações, foi produzida em segredo dentro com ajuda de um amigo é o ponto de partida para essa aventura.

Os riscos, traços e símbolos sob os pés e ao redor da estátua de Giordano Bruno chamam a atenção do Brasil e do mundo, pedindo para serem decifrados. Via inbox, em minha pagina no facebook, pessoas de outros estados buscam informações, querem detalhes, fazem perguntas, questionam, polemizam etc.
Arquivei algumas coisas que encontrei sobre o caso, e hoje resolvi para e analisar algumas. A primeira coisa que chamou a minha atenção, levando em conta o aspecto místico simbólico do caso:
- As primeiras imagens do interior do quarto, que viralizou na net, mostram uma mesa em um formato de letra “L” (compasso). Na quina da letra “L”, aparecem vários elementos (imagem 1).


- Nas imagens que foram feitas depois, durante uma reportagem exibidas pela TV Acre (afiliada da Globo), mostram uma pequena alteração no cenário (imagem 2).
Dos elementos presentes nas primeiras imagens, restou apenas o pequeno busto (que ainda não sei de quem se trata).
Olhando por esse prisma, a arrumação do quarto e tudo ali contido, é parte da grande obra construída pelo jovem.

Tem um ditado que diz que, nem tudo que parece, é. E outro que diz que, existe mais mistérios entre a Terra e Céu do que alcança nossa vã consciência.

Na próxima postagem sobre o assunto, abordo a exposição dos livros e as páginas nas paredes do quarto.

Obs. Fiz uma postagem no meu facebook, chamando a atenção para esse detalhe, dona Denise Borges, mãe do jovem Bruno, fez um comentário esclarecendo o desaparecimento das peças:

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